segunda-feira, 30 de abril de 2012

LI WEI E O REALISMO IMPOSSÍVEL

 Acrobata Equilibrista Fotografia Ilusao Ilusionista Li Realismo Wei


Nascido em 1970, em Hubei, China, Li Wei reside na cidade-sede das Olimpíadas 2008, Pequim. Seu trabalho é inovador, diferente e porque não dizer, quase assustador. Artista performático, acrobata, ilusionista, sejam quantos adjetivos que possam lhe ser dados, o fato é que Li Wei realmente impressiona. E que uma coisa fique clara: como Li Wei costuma frisar, ele não usa recursos de montagens fotográficas para realizar suas proezas. Apenas cabos, espelhos, andaimes, acrobacias e claro, muita coragem.
Em seus últimos projetos, como "Li Wei Falls To..." as sequências fotográficas são de tirar o fôlego. Mas isso independe do nome da exposição ou do tipo de trabalho que ele cria; o resultado é sempre sensacional. As situações impossíveis criadas, o realismo bizarro, as inúmeras interpretações possíveis; enfim, sempre que você ouvir falar deste chinesinho, prepare-se, não vai ser nada comum. O trabalho de Li resume o velho provérbio: "Uma imagem vale mais que mil palavras!". Veja e interprete você mesmo!

 Acrobata Equilibrista Fotografia Ilusao Ilusionista Li Realismo Wei

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http://www.liweiart.com/


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Como usar um enquadramento apertado para dar mais ênfase à fotografia

Enquadramentos apertado


O enquadramento da fotografia é muito importante, e um bom enquadramento apertado conferirá à fotografia uma sensação de infinito. Quer seja se fotografe já num enquadramento apertado ou se faça posteriormente o crop da imagem (cortar uma determinada parte, re-enquadrando a fotografia) poderá trazer uma nova dimensão à fotografia. Imagine que tira uma fotografia a uma paisagem, posteriormente ao observar a imagem pode constatar que existe um enquadramento mais apertado que dê ênfase a um detalhe do qual não se apercebeu.
Ao pegar num detalhe da fotografia e enquadrar esse detalhe para obter uma nova fotografia, alcançará uma nova perspetiva. Vamos analisar, por exemplo, uma fotografia a um arranha-céus. Nesta fotografia, vê-se o final do prédio.
No enquadramento seguinte - um mais apertado - do mesmo objeto, onde se usa o zoom, ou um cropping posterior, criou-se uma fotografia completamente distinta, devido à sua sensação de infinitude. O segundo enquadramento faz com que apenas o padrão tenha relevo, não se percebendo onde começa e onde termina o arranha-céus.
Limitar um padrão a uma determinada área, e posicionar a câmara num determinado ângulo evitando a linha do horizonte, e enchendo o enquadramento com o objeto, significa uma fotografia em plano apertado.

Por exemplo, nas fotografias seguintes, embora ambas tenham uma pessoa no meio de um campo de flores, na segunda imagem, onde o enquadramento é mais apertado, não se sabe onde começa ou termina o campo de flores. Desta forma, na segunda fotografia a sensação de uma imensidão de flores, dá a quem contempla a fotografia uma sensação de infinitude, permitindo que a mente divague entre onde começa e termina a fotografia.
Este tipo de enquadramento pode ser aplicado a inúmeras situações, e lembre-se que com esta técnica basta evitar colocar horizontes ou referências que permitam limitar a dimensão da fotografia.

Este texto foi aqui colocado pelo Fotógrafo João Cristina, nos termos de um projecto de pesquisa efectuada para o desenvolvimento do seu Site de Fotografia, http://www.cortefocal.com


A respeito do Fotógrafo:
João Cristina é um fotógrafo várias vezes premiado. O seu trabalho é reconhecido pela sua qualidade e originalidade. A reportagem social, o casamento, a moda são algumas das áreas que gosta de explorar. O seu estilo único cria imagens que nos surpreendem pelo seu brilho e, muitas vezes, pela sua ousadia.

Como usar as linhas verticais na composição de uma fotografia

As linhas verticais na composição de uma fotografia são excelentes para dar caráter e criar uma afirmação. Acima de tudo, as linhas verticais criam força, basta imaginar uma fotografia de arranha-céus ou um horizonte de troncos de árvores.

Como dar ênfase às linhas verticais

Se pretende dar ênfase às linhas horizontais, como a famosa linha do horizonte, é necessário usar a fotografia horizontal, pegando na câmara fotográfica na horizontal. Então o que fazer com as linhas verticais? É simples: fotografar na vertical, pegando na câmara na vertical, criando um enquadramento também vertical. Este formato cria drama, pois dá ênfase à altura, aproveitando a direitura das linhas verticais.

Como obter o drama das linhas verticais numa fotografia horizontal

Nem tudo tem de ser feito pelas regras, e também é possível enquadrar um objeto vertical na horizontal, dando uma sensação de que a imagem não consegue contê-lo, especialmente se as linhas verticais forem bastante fortes.

Nesta situação é muito importante manter as linhas verticais alinhadas ao máximo com os lados da imagem. Nem sempre isto é possível de fazer, caso esteja a fotografar o objeto de baixo para cima, e este comece a estreitar para cima, como no caso dos arranha-céus. Porém, para colmatar este problema deve tentar manter o centro o mais reto possível. 

Use a regra dos terços

Para que a fotografia tenha uma boa composição, não se esqueça de usar a regra dos terços dividindo a imagem a meio de forma eficaz. Poderá usar este truque para obter um impacto maior, pois conseguirá fragmentar a imagem de forma eficaz.

Crie impacto

Para obter uma imagem com mais impacto, verifique se as linhas verticais formam algum tipo de padrão. Se conseguir que este padrão vertical contraste com outro tipo de imagens com geometrias distintas, e com direções diferentes, obterá certamente uma boa fotografia.

Este texto foi aqui colocado pelo Fotógrafo João Cristina, nos termos de um projecto de pesquisa efectuada para o desenvolvimento do seu Site de Fotografia, http://www.cortefocal.com


A respeito do Fotógrafo:
João Cristina é um fotógrafo várias vezes premiado. O seu trabalho é reconhecido pela sua qualidade e originalidade. A reportagem social, o casamento, a moda são algumas das áreas que gosta de explorar. O seu estilo único cria imagens que nos surpreendem pelo seu brilho e, muitas vezes, pela sua ousadia.